A dificuldade no desenvolvimento de um fármaco específico
para a ansiedade é decorrente da limitação na pesquisa clínica, devido à
ausência de análogos em animais, ou seja, a expressão da ansiedade no humano é
subjetiva e múltipla, diferentemente dos animais que agem por instinto. Logo,
torna-se difícil, quase impossível, de reproduzir esta situação em laboratório.
O tratamento depende dos sintomas dos pacientes, existem
ansiolíticos com forte capacidade sedativa e outros com quase nenhuma, varia de
acordo com o quadro do paciente, tendo-se em conta que os sedativos diminuem os
níveis de atenção e ansiedade, além de causar dependência, por isso há a
preocupação dos
