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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Professor responsável pelo CIM discute medicalização da educação

Com o objetivo de estimular a integração entre diferentes cursos da Universidade Católica de Santos (UniSantos), foi realizada ontem (5) a discussão sobre “Medicalização da educação”. O tema, destinado a alunos do 7º semestre do curso de Psicologia do período da manhã, foi explorado pelo responsável do Centro de Informação sobre Medicamentos, professor doutor Paulo Angelo Lorandi. 

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Como lidar com crianças hiperativas em sala de aula?


Inquietude fora do normal, desatenção e impulsividade. Imagine estas e outras formas de comportamento ligadas a uma criança. Agora pense nas dificuldades que um pedagogo pode enfrentar ao ter de lidar com uma classe que tenha alunos hiperativos sem que haja uma estrutura adequada. Além da busca por uma especialização, a fim de aprender a lidar melhor com a condição do aluno e estimulá-lo ao aprendizado, é necessário que o professor receba apoio de toda a coordenação escolar.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Crianças: déficit de atenção e hiperatividade


O metilfenidato é um medicamento usado para o controle do 
transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). É uma doença em que a criança não consegue se concentrar muito tempo sobre uma mesma coisa. Qualquer outra atividade desvia sua atenção. Além disso, a criança fica irrequieta, não para em lugar algum, mexe em tudo. Apesar de ser, de fato, uma doença, acredita-se que seu diagnóstico tenha se banalizado no mundo todo. Há de se ter em conta que esses mesmos sintomas podem ser fruto do tipo de educação comum nos dias de hoje, quando não se tem limite e as crianças são estimuladas excessivamente pelos pais, pela TV, pelos jogos, etc.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Hiperatividade de crianças é confundida com animação


No começo deste ano, a Anvisa divulgou um estudo que mostra o aumento do consumo de metilfenidato, medicamento utilizado no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. O estudo diz que o consumo cresceu 75% entre crianças de 6 a 16 anos. No entanto, este crescimento nem sempre é justificado. Na verdade, há, muitas vezes, diagnósticos precipitados do déficit de atenção e da hiperatividade em crianças, e estes remédios são receitados sem levar em conta o estado do paciente.