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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Compulsão alimentar por chocolate

Alimentar-se é uma das primeiras providências a ser tomada pelo ser vivo para manter-se são e dar continuidade ao seu crescimento e desenvolvimento. É o alimento que fornecerá energia suficiente para que o corpo se mantenha aquecido, física e intelectualmente ativo e com todas as funções necessárias à vida. 

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Psicoterapia pode contribuir para o controle de distúrbios alimentares

Ansiedade, frustração, solidão e tristeza. São inúmeros os motivos que podem ocasionar um distúrbio alimentar. O conceito de belo varia de acordo com a percepção e a sensibilidade de cada indivíduo. Os padrões de beleza, por sua vez, entram em cena para difundir os retratos da perfeição. Anorexia nervosa (AN), bulimia nervosa (BN) e compulsão alimentar são algumas das consequências.

A psicóloga Flávia Henriques, docente e integrante do Departamento de Apoio Pedagógico, Psicológico e Social (DPS) da UniSantos, conta que a maioria dos casos ocorre durante a juventude, devido a constantes mudanças físicas e emocionais. “Por trás disso pode ter um tipo de problema psicológico, ligado à emoção, aos sentimentos etc”.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Transtornos alimentares


Para o estudo dos órgãos humanos, por parte da ciência, sempre é possível um modelo animal próximo aos seres humanos, permitindo experimentos mais radicais, obviamente precedido pela necessária discussão ética. Em algumas situações, é possível estudar diretamente na pessoa por meio de instrumentos ou pela observação direta. Mas isso é impossível para o cérebro, pois nenhum animal é capaz de pensar como nós. 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Compulsão alimentar e tratamento farmacológico

A compulsão alimentar é encontrada em cerca de 2% da população, definida como a ingestão de uma quantidade maior de alimentos, em um período limitado de tempo quando comparado à maioria das pessoas, seguido de um sentimento de descontrole sobre o que ou quanto se come em um período limitado de tempo. Além disso pode ser acompanhado por um sentimento de angústia, nojo ou culpa. Os episódios ocorrem ao menos dois dias por semana, num período de seis meses, e não são acompanhados de comportamentos compensatórios dirigidos para a perda de peso, como no caso da bulimia, na qual a pessoa provoca o vômito para perder o que ingeriu.