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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Repelentes populares para Aedes aegypti

Dengue, zika e chikungunya são infecções transmitidas pelo mosquito do gênero Aedes, sendo consideradas uma das maiores preocupações mundiais de saúde pública. Buscando controle químico alternativo contra o Aedes aegypti, muitas pesquisas foram desenvolvidas na busca de novas substâncias de origem vegetal. Espalhou se pela internet uma receita de repelente caseiro que prometia ser a solução definitiva para manter o mosquito bem longe. A mistura de óleo e cravo da índia chamada de repelente dos pescadores ganhou espaço até na televisão. Um grupo de pesquisadores da Unesp em Botucatu resolveu colocar a prova.  Seus estudos mostraram que o tempo de repelência é um pouco mais de 100 segundos, após esse tempo os mosquitos já estavam picando novamente.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Especialistas discutem sobre os vírus transmitidos pelo Aedes aegypti

O professor Silvano Silva explicou
como os vírus agem no organismo
Os crescentes casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti têm sido o foco de discussão na área da saúde. Com o objetivo de esclarecer informações sobre este vetor, a série Diálogos do CIM promoveu nesta primeira edição do ano a mesa-redonda “Aedes aegypti: a informação é o melhor remédio”. O evento foi realizado ontem (29) no Campus Dom Idílio José Soares e contou com a participação de visitantes e alunos de diversos cursos da Universidade Católica de Santos (UniSantos).

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Repelentes

Impedir a criação de focos do Aedes aegytpi é a maneira mais eficaz de combater a dengue, mas não é o suficiente. Se proteger dos mosquitos já existentes é essencial e os repelentes são fundamentais nesse processo. A função deles é impedir o contato dos mosquitos com os humanos, evitando as picadas. Repelentes, como o próprio nome diz, apenas repelem o mosquito, não são capazes de matá-los como os inseticidas. Eles funcionam como uma película que afasta o mosquito, impedindo que ele pouse na pele.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Hidratação e dengue

A dengue é uma doença grave, de origem viral, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o qual se reproduz em água parada. Uma vez picado por um mosquito infectado, o indivíduo pode apresentar vários sintomas, sendo muito comum a febre alta e dores pelo corpo. A dengue pode se expressar em diversos níveis de gravidade, o que antes era chamado de dengue clássica e hemorrágica.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Vacina contra a dengue


A dengue, como todos sabem, é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado. É considerada uma endemia em vários países da América Latina, incluindo-se o Brasil. Ou seja, a dengue sempre apresenta casos de infecção, em um caráter contínuo, nesses países. Em momentos de mais chuva, quando aumenta o número de mosquitos, os casos de dengue podem aumentar, caracterizando-se como epidêmica.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Os cuidados com a dengue

A dengue é uma doença viral, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Seus principais sintomas são febre alta repentina (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjoos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas para dengue clássica. Antigamente, fazia-se distinção entre os casos da hemorrágica, a qual apresentaria sintomatologia inicial semelhante à dengue clássica. Hoje, caracteriza-se apenas um tipo de dengue que pode se expressar em diferentes níveis de gravidade como com o surgimento de hemorragia, até a condição de choque e morte.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Especialistas alertam sobre casos de dengue e automedicação

Calor e chuvas intensas são fatores propícios para o aparecimento do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.  Neste ano, em todo o Estado de São Paulo foram registrados mais de 80 mil casos, sendo que cerca de 1.300 ocorreram na Baixada Santista. Além da prevenção para combater a proliferação do mosquito, especialistas alertam que é preciso atentar-se para a questão da automedicação, que, em alguns casos, pode agravar o estado de saúde de quem contraiu a doença.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Dengue e paracetamol

A dengue é uma doença viral cujo tratamento é meramente sintomático, por se levar em conta que a evolução da forma clássica da dengue ser benigna, ou seja, o próprio organismo deve ser capaz de exterminar o vírus. O quadro clínico é bastante variável, e pode envolver febre abrupta e alta (39° a 40°), dores de cabeça, músculos, articulações e atrás dos olhos; prostração, anorexia, náuseas, vômitos, erupções e prurido cutâneos, e, ocasionalmente, hepatomegalia (crescimento do fígado).

A terapia é baseada em hidratação rigorosa, repouso e controle da febre e dor mediante tratamento com analgésicos e antitérmicos, como paracetamol e dipirona. Desaparecendo a febre, há regressão dos principais sintomas, podendo ainda persistir a fadiga. Os salicilatos (como AAS) e outros anti-inflamatórios não hormonais são contraindicados, por favorecerem manifestações

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Uso de medicamentos em pessoas com dengue pode trazer complicações



A febre alta e as dores de cabeça e nos músculos são sintomas comuns de várias doenças. O uso de medicamentos sem recomendação médica para tratá-las é comum, porém pode afetar a situação de quem tem dengue, mas ainda não sabe. Professor do Programa de Mestrado e Doutorado em Saúde Coletiva da UNISANTOS, o médico infectologista Marcos Caseiro adverte que, principalmente durante a época de epidemia de dengue, “os grupos de medicamentos para insuficiência coronariana ou arritmia cardíaca precisam de atenção especial e de acompanhamento com cardiologista. Quem toma aspirina, que tem um efeito antiagregante plaquetário, necessita de cuidado ao tomá-la”. Caseiro diz que as mortes de pessoas com dengue em Santos ocorreram em função da baixa das plaquetas. Com isso, diminui-se a coagulação do sangue e o risco de hemorragia aumenta.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Repelentes

A dengue não tem cura, nem vacina que garanta a imunidade. O controle do número de casos tem de ser feito pela diminuição da infestação do mosquito. Mas como transitamos por muitos espaços diferentes, sempre corremos o risco de sermos picados. Uma forma para diminuir essa possibilidade é o uso de repelentes. Os insetos utilizam-se de sensores térmicos e químicos próprios, muito sensíveis, que facilitam sua aproximação certeira na escolha do local da pele que picarão. Os repelentes tópicos, sintéticos ou naturais, aplicados na pele ou na roupa, são odores repulsivos aos insetos, afastando-os.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Dengue e o uso de medicamentos


Todo ano, principalmente no verão, convivemos com muitos casos de Dengue. É uma doença que anualmente causa muitos doentes e que, em certas circunstâncias e se não tratada, pode ser até fatal. Algumas fontes indicam que dengue foi detectada pela primeira vez no mundo ao final do século XVIII, no Sudoeste Asiático, em Java, e nos Estados Unidos, na Filadélfia. Já no Brasil o seu primeiro caso foi em Recife. A Dengue chegou ao Brasil junto com os navios negreiros, depois de uma longa viagem de seus ovos dentro dos depósitos de água das embarcações. Até a década de 1950, a dengue era considerada uma virose benigna, sem letalidade, até haver um surto de dengue hemorrágico nas Filipinas.