A dengue não tem cura, nem vacina que garanta a imunidade. O controle do número de casos tem de ser feito pela diminuição da infestação do mosquito. Mas como transitamos por muitos espaços diferentes, sempre corremos o risco de sermos picados. Uma forma para diminuir essa possibilidade é o uso de repelentes. Os insetos utilizam-se de sensores térmicos e químicos próprios, muito sensíveis, que facilitam sua aproximação certeira na escolha do local da pele que picarão. Os repelentes tópicos, sintéticos ou naturais, aplicados na pele ou na roupa, são odores repulsivos aos insetos, afastando-os.
terça-feira, 23 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
Dengue e o uso de medicamentos
Todo ano, principalmente no verão, convivemos com muitos casos de Dengue. É uma doença que anualmente causa muitos doentes e que, em certas circunstâncias e se não tratada, pode ser até fatal. Algumas fontes indicam que dengue foi detectada pela primeira vez no mundo ao final do século XVIII, no Sudoeste Asiático, em Java, e nos Estados Unidos, na Filadélfia. Já no Brasil o seu primeiro caso foi em Recife. A Dengue chegou ao Brasil junto com os navios negreiros, depois de uma longa viagem de seus ovos dentro dos depósitos de água das embarcações. Até a década de 1950, a dengue era considerada uma virose benigna, sem letalidade, até haver um surto de dengue hemorrágico nas Filipinas.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Depressão
A depressão é uma doença psiquiátrica, extremamente comum e capaz de causar inúmeros sintomas físicos e psicológicos. Também considerada um transtorno de humor e uma doença de natureza afetiva. Segundo o Ministério da Saúde, aproximadamente 10 milhões de brasileiros sofrem de depressão. A depressão pode atingir pessoas de qualquer faixa etária, mas alguns estudos indicam que há prevalência em idosos, provocado inclusive, pela condição social de isolamento e de doenças associadas, o que pode provocar dificuldade em ser diagnosticado.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Álcool e medicamentos
Estamos em pleno período de festas e, geralmente, é com muita comida e bebida. Em seguida, vem as férias com sol e aperitivos. É uma época propícia ao exagero. E como os medicamentos são afetados pelo abuso da comida e do álcool? Qual o resultado?
terça-feira, 9 de abril de 2013
Alunos do Ensino Médio reforçam time do CIM
O CIM UNISANTOS inicia uma nova fase em seu percurso, incorporando em sua equipe três alunos do Programa Proin/EM. Esse programa distribui bolsas de Iniciação Científica para alunos do 3º ano do Ensino Médio. Os alunos Proin/EM realizarão projetos próprios de divulgação científica através do blog CIM UNISANTOS. Para isso precisarão pesquisar temas de interesse entre seu colegas e realizar intervenções de educação em saúde, sempre com temas focados no uso racional de medicamentos.
A nossa equipe saúda e dá votos de boas-vindas para Amanda e Camilla, do Liceu Santista, e para o Gabriel, do Colégio Primo Ferreira.
Muito sucesso para vocês!
A nossa equipe saúda e dá votos de boas-vindas para Amanda e Camilla, do Liceu Santista, e para o Gabriel, do Colégio Primo Ferreira.
Muito sucesso para vocês!
terça-feira, 2 de abril de 2013
Os efeitos do uso do álcool com medicamentos
O uso de álcool junto com medicamentos é reconhecidamente danoso, mas, por incrível que pareça, essa associação ainda é extremamente comum, principalmente entre pessoas jovens ou até pessoas com transtornos psiquiátricos. A associação do álcool com medicamentos pode causar efeitos graves e até levar à morte. No que se refere a sua ação no cérebro, o álcool pode potencializar a depressão do sistema nervoso central e a significância clínica é de moderada à grave, porque induz sonolência e perda dos reflexos. Essa ação é uma das principais causas de acidentes de trânsito e do trabalho. O álcool diminui acentuadamente a capacidade motora e de alerta em pacientes anticonvulsivantes, anfetaminas, antidepressivos e outras.
Medicamento para a asma não causa dependência
"O uso crônico de medicamento para o tratamento da asma não chega a causar dependência”, diz a farmacêutica Letícia Zambelli Simões, que esteve no dia 21 de março, proferindo palestra sobre apara os alunos do curso de farmácia da UNISANTOS. Apesar disso, ela alerta para o fato de que o paciente jamais deve usar medicamento sem prescrição médica, pois a asma pode estar associada a outras doenças, como renite, sinusite ou refluxo.
Letícia Simões explica que o tratamento da doença não é barato, mas que com a prescrição médica o paciente pode adquirir medicamento na rede pública de saúde. Para uma melhor orientação, os pacientes também contam com vídeo educativo disponibilizado pelo Instituto do Coração (Incor), com dicas para utilização dos dispositivos inalatórios. Acesse www.incor.usp.br.
Para amenizar os quadros de crise, ela lembra o quanto é importante evitar o contato com ácaros, pêlos de animais, cigarro e poluição, afinal eles são desencadeadores da doença. A educação do paciente é parte fundamental da terapêutica da asma e deve integrar todas as fazes do atendimento ambulatorial e hospitalar. Para mais informações, acesse www.saude.gov.br.
José Daniel Gonçalves – 3º semestre de Jornalismo
Foto: Alberto Ferreira
Foto: Alberto Ferreira
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