segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Professoras ressaltam importância da ética em pesquisas com animais


A invasão de ativistas, no dia 18 de outubro, no Instituto Royal, centro de pesquisa de fármacos, em São Roque, para retirarem cachorros da raça beagle, utilizados para testes, esquentou o debate sobre a utilização de animais para experimentos científicos. A discussão traz à tona o questionamento dos limites éticos desta prática, que não se restringe a cachorros.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Ética e o uso de animais para pesquisa

Visando ao bem-estar humano, alguns animais são empregados em pesquisas, dada a sua semelhança fisiológica com o ser humano. A descoberta da Penicilina, antibiótico produzido por fungos que revolucionou o tratamento de infecções na segunda metade do século XX, por exemplo, só teve seu uso liberado após testes de toxicidade em ratos.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O uso de animais para o desenvolvimento de medicamentos

O uso de animais para o desenvolvimento de medicamentos é uma tema muito atual nos jornais, principalmente, em função dos últimos acontecimentos, mas ele há muito tempo faz parte dos assuntos dos cientistas e dos órgãos regulamentadores. No Brasil, em 2008, foi criado Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal – CONCEA, que, dentre outras funções, é responsável por formular e zelar pelo cumprimento das normas relativas à utilização humanitária de animais com finalidade de ensino e pesquisa científica. Isso significa que existe uma legislação sobre o assunto no Brasil.

Respeito animal x experimentos

O uso de animais em experimentos científicos é um assunto que foi sempre muito discutido e é polêmico. Defensores dos dois lados mantém uma luta ferrenha, na qual os que apoiam o uso estão amparados, no Brasil, pela Lei Arouca, criada em 10/09/2008, que regulamenta o uso de animais em experimentos científicos. Esse assunto ficou ainda mais discutido com o caso do Instituto Royal, um dos centros de referência no país para pesquisas de fármacos que realizam testes pré-clínicos para medicamentos destinados ao tratamento de doenças como câncer, diabetes, hipertensão, epilepsia entre outros. 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Drogas de abuso

Todos os medicamentos produzem reações adversas, que são efeitos não desejados, prejudiciais e não intencionais. Ocorrem, normalmente, nas doses usadas no ser humano. Essas reações podem, inclusive, serem aproveitadas em benefícios das pessoas. Por exemplo, o ácido acetilsalicílico também passou a ser considerado como antiagregante plaquetário, uma reação adversa, não desejada do tradicional medicamento anti-inflamatório e analgésico. Ele passou a ser uma importante estratégia terapêutica para se evitar a formação de trombos.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Hiperatividade de crianças é confundida com animação


No começo deste ano, a Anvisa divulgou um estudo que mostra o aumento do consumo de metilfenidato, medicamento utilizado no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. O estudo diz que o consumo cresceu 75% entre crianças de 6 a 16 anos. No entanto, este crescimento nem sempre é justificado. Na verdade, há, muitas vezes, diagnósticos precipitados do déficit de atenção e da hiperatividade em crianças, e estes remédios são receitados sem levar em conta o estado do paciente.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Efeitos secundários de medicamentos ajudam novas pesquisas



Alguns medicamentos ou novos usos para medicamentos já conhecidos foram descobertos ao acaso. Ao se pesquisarem novos medicamentos para uma determinada patologia, podem surgir novas gamas de efeitos não pretendidos, porém úteis em outra linha de pesquisa.