Popularmente conhecido
como pílula do dia seguinte, o contraceptivo de emergência - CE - é
o único método hormonal de prevenção da gravidez empregado após
a relação sexual desprotegida. O método consiste no uso de uma
única e alta dose hormonal, aproximadamente 25 vezes maior que a
encontrada em contraceptivos orais de uso diário, que atua
principalmente inibindo ou retardando a ovulação e prejudicando a
mobilidade dos espermatozoides no útero. Seu uso é indicado para
casos em que a relação sexual aconteceu sem uso de qualquer método
anticonceptivo, também devido a falha conhecida ou presumida do
método usado rotineiramente ou em decorrência de violência sexual.quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Pílula do dia seguinte
Popularmente conhecido
como pílula do dia seguinte, o contraceptivo de emergência - CE - é
o único método hormonal de prevenção da gravidez empregado após
a relação sexual desprotegida. O método consiste no uso de uma
única e alta dose hormonal, aproximadamente 25 vezes maior que a
encontrada em contraceptivos orais de uso diário, que atua
principalmente inibindo ou retardando a ovulação e prejudicando a
mobilidade dos espermatozoides no útero. Seu uso é indicado para
casos em que a relação sexual aconteceu sem uso de qualquer método
anticonceptivo, também devido a falha conhecida ou presumida do
método usado rotineiramente ou em decorrência de violência sexual.segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Anticoncepcionais e interações
Com a preocupação dos governos em realizar o planejamento familiar,
amplia-se o acesso da população aos métodos anticonceptivos, sendo necessária a
correta utilização, para proporcionar autonomia à mulher no tocante ao controle
da natalidade, objetivando prevenir gestações indesejadas. Como consequência
positiva, esse procedimento reduziria a busca por práticas abortivas ilegais e
o inevitável prejuízo a saúde derivada desta violência ao organismo, além de
todo o custo financeiro e social ao país. Assim, preservativos e contraceptivos,
entre outros métodos, são disponibilizados gratuitamente em unidades públicas
de saúde.
sábado, 13 de setembro de 2014
Contraceptivos
O corpo da mulher se prepara para a gravidez a cada ciclo
menstrual. Hormônios produzidos por uma glândula chamada hipófise regula a
função do ovário, tanto para produzir outros hormônios quanto para deixar o
óvulo “maduro”, capaz de ser fertilizado. Basicamente, são quatro hormônios
produzidos, dois pela hipófise e dois pelos ovários. Esses hormônios são
secretados em pulsos, ou seja, em alguns momentos há mais deles no sangue e em
outro, menos. Justamente essa variação cria o ciclo menstrual, a ponto de apenas
durante um curto período haver óvulos viáveis para serem fertilizados.
É importante os óvulos estarem férteis somente em períodos
específicos, pois, em caso contrário, a mulher poderia ter gravidezes
sucessivas antes do parto. Esse espaço de tempo é conseguido justamente pela
variação hormonal que se realiza dentro do ciclo e durante a gravidez.
Conhecendo-se esse mecanismo, surgiram as chamadas “pílulas anticoncepcionais”,
ou contraceptivos hormonais. Esses medicamentos mantêm em alta os hormônios que
impedem a ovulação e, assim, mantendo o controle da gravidez.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Medicamentos autorizados
O surto de ebola na África está trazendo muitas dúvidas e
questionamentos. A autorização do uso dos medicamentos, até então em caráter
experimental, deu a sensação de que eles somente surgiram quando americanos e
europeus foram afetados pelos vírus. A parte de informações que não se têm
efetivamente acesso, há certos fatos que parecem ser coerentes com
procedimentos propostos para o lançamento de um novo medicamento.
Todo medicamento tem de passar por várias fases de pesquisa
antes de ser liberado para uso comercial. Esses procedimentos são consagrados
pela ciência, sendo importante iniciar-se, obrigatoriamente, em células ou
elementos não vivos. Quando houver conhecimento suficiente, liberam-se os estudos
com animais de todos tipos, como camundongos, ratos, cães, ou outros. Para o ebola,
os testes estavam sendo em macacos.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Resposta mundial ao Ebola
O Sistema Único de Saúde (SUS) instituído no Brasil é
fundamentado em uma série de princípios operacionais e constitucionais. Deste
modo, o SUS assegura a todo cidadão o direito à assistência integral à saúde,
de forma holística, qual seja, do diagnóstico ao tratamento, e também em todos
os níveis de complexidade de serviço, por considerar todo cidadão igual perante
a Constituição. Porém, em um dos seus princípios, a equidade, a atenção será
buscando atender as necessidades específicas de cada grupo social. Esta preocupação
com a assistência pública não é encontrada em outros países democráticos, sendo
negligenciada ou negociada como um pacote de serviços de plano de saúde.segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Doença viral Ebola
Os primeiros registros da doença viral ebola datam de 1976,
quando dois surtos infeciosos surgiram no Sudão e no vale do rio Ebola, na
República Democrática do Congo, nominando então a doença.
Acredita-se que morcegos frugíferos sejam os hospedeiros
naturais do Ebolavirus. Suas fezes infectariam animais selvagens (como macacos
e porcos), que passariam a veicular o vírus ao ser humano através do contato
direto, ou pelo consumo de carne malcozida ou derivados de origem animal. Entre
indivíduos, o contágio se dá por contato com sangue, secreções e outros fluidos
corporais infectados.
Os primeiros sintomas surgem entre dois e 21 dias do contágio e incluem fraqueza, febre, dor de cabeça, muscular, e de garganta. Posteriormente, evoluem para vômito, diarreia e mau funcionamento de rins e fígado. Em casos graves surgem hemorragias, razão por anteriormente a doença ser denominada “febre hemorrágica Ebola”.
Os primeiros sintomas surgem entre dois e 21 dias do contágio e incluem fraqueza, febre, dor de cabeça, muscular, e de garganta. Posteriormente, evoluem para vômito, diarreia e mau funcionamento de rins e fígado. Em casos graves surgem hemorragias, razão por anteriormente a doença ser denominada “febre hemorrágica Ebola”.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Medicamentos antivirais
Mais uma vez o mundo está assustado com o surto de Febre
Hemorrágica Ebola pelo fato de ser fatal em mais de 90% dos casos. Até o
momento, o surto está localizado na região oeste da África, porém, por não
haver medicamentos disponíveis para tratamento, há o temor de se espalhar pelo
mundo de forma descontrolada. O ebola é uma doença viral transmitida por
animais selvagens, mas também pode ser passada entre os seres humanos, sem necessidade
de um vetor, por meio de sangue e fluídos das pessoas infectadas.
O tratamento disponível, aplicado no momento, é o de suporte à vida, ou seja, apenas reidratação, não havendo nenhum medicamento ou vacina licenciados para serem administrados em humanos ou animais. Como o agente causal é vírus, o medicamento requer certa especificidade, não sendo possível a utilização de nada até então conhecido.
O tratamento disponível, aplicado no momento, é o de suporte à vida, ou seja, apenas reidratação, não havendo nenhum medicamento ou vacina licenciados para serem administrados em humanos ou animais. Como o agente causal é vírus, o medicamento requer certa especificidade, não sendo possível a utilização de nada até então conhecido.
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