segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Doença viral Ebola

Os primeiros registros da doença viral ebola datam de 1976, quando dois surtos infeciosos surgiram no Sudão e no vale do rio Ebola, na República Democrática do Congo, nominando então a doença.

Acredita-se que morcegos frugíferos sejam os hospedeiros naturais do Ebolavirus. Suas fezes infectariam animais selvagens (como macacos e porcos), que passariam a veicular o vírus ao ser humano através do contato direto, ou pelo consumo de carne malcozida ou derivados de origem animal. Entre indivíduos, o contágio se dá por contato com sangue, secreções e outros fluidos corporais infectados.

Os primeiros sintomas surgem entre dois e 21 dias do contágio e incluem fraqueza, febre, dor de cabeça, muscular, e de garganta. Posteriormente, evoluem para vômito, diarreia e mau funcionamento de rins e fígado. Em casos graves surgem hemorragias, razão por anteriormente a doença ser denominada “febre hemorrágica Ebola”.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Medicamentos antivirais

Mais uma vez o mundo está assustado com o surto de Febre Hemorrágica Ebola pelo fato de ser fatal em mais de 90% dos casos. Até o momento, o surto está localizado na região oeste da África, porém, por não haver medicamentos disponíveis para tratamento, há o temor de se espalhar pelo mundo de forma descontrolada. O ebola é uma doença viral transmitida por animais selvagens, mas também pode ser passada entre os seres humanos, sem necessidade de um vetor, por meio de sangue e fluídos das pessoas infectadas.

O tratamento disponível, aplicado no momento, é o de suporte à vida, ou seja, apenas reidratação, não havendo nenhum medicamento ou vacina licenciados para serem administrados em humanos ou animais. Como o agente causal é vírus, o medicamento requer certa especificidade, não sendo possível a utilização de nada até então conhecido.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Antídoto

Antídoto é toda substância capaz de neutralizar os efeitos de um intoxicante. Este termo é amplamente conhecido pela aplicação no combate a venenos, mas também é empregado na intervenção em reações tóxicas a alimentos e medicamentos.

Não existem antídotos para todas as intoxicações possíveis, razão de a prevenção ser a iniciativa crucial. Uma potencial causa de intoxicações consiste no hábito de manter medicamentos, utilizados corriqueiramente, estocados em casa. O uso tendencioso de medicamentos não prescritos, ou até mesmo anteriormente indicados, pode favorecer uma intoxicação por excesso, troca ou interação de substâncias. Há também o risco de uso por terceiros, com especial atenção a crianças.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Intoxicações

O nosso organismo funciona a base de reações químicas que devem ser reguladas conforme a necessidade. Muitas substâncias, com as quais entramos em contato por qualquer via, podem alterar a cadência dessas reações, aumentando-as ou diminuindo-as. Ainda, que o nosso organismo consiga se reordenar na presença dessas substâncias estranhas, há um limite de concentração, quando extrapolado configura a intoxicação.

A maior parte das intoxicações que acontecem são controladas apenas com tratamento de suporte, ou seja, monitorando-se as reações para a manutenção da vida. Porém, algumas condições requerem a administração de antídotos e de medicamentos específicos.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Quedas na terceira idade não devem ser consideradas naturais

Apesar de corriqueiras, as quedas não devem ser consideradas naturais da terceira idade, mas sim um problema de saúde pública. Comumente, geram fraturas em idosos devido à diminuída densidade óssea orquestrada por fatores hormonais. Esta possibilidade provoca medo de caminhar sozinho, desmotiva a realização de tarefas diárias, e gera diminuição da qualidade de vida.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Envelhecer com saúde: a perda da memória

Todas as pessoas, inclusive os idosos, precisam se conscientizar de que envelhecer não significa caminhar para e com a doença na contagem regressiva da vida. A senescência é a fase que se inicia aos 60 anos e representa mudanças orgânicas não necessariamente ligadas às doenças. É envelhecer de forma sadia, participativa e com alegria, ainda que a sociedade não valorize esse momento. Atualmente, mais de 10% da população tem mais de 60 anos e esse número só cresce.

terça-feira, 3 de junho de 2014

O uso do medicamento na terceira idade

As pessoas com mais idade não gostam de discutir doenças porque existe uma errônea associação direta entre ser velho e doente. Existe um termo que representa o envelhecimento sadio: senescência. Com o passar do tempo, naturalmente, nosso organismo se modifica. Uma vida sadia, com boa alimentação, vida social e sexual, atividade física compatível ajudam no envelhecimento sem doenças. Também é certo que devemos cuidar da nossa velhice desde sempre. De certo modo, a qualidade de vida de nossa adolescência e da fase adulta pode indicar como será nossa terceira idade, melhor idade, ou qualquer outro modo como você quiser falar de nossa velhice.