Apesar de corriqueiras, as quedas não devem ser consideradas
naturais da terceira idade, mas sim um problema de saúde pública. Comumente,
geram fraturas em idosos devido à diminuída densidade óssea orquestrada por
fatores hormonais. Esta possibilidade provoca medo de caminhar sozinho,
desmotiva a realização de tarefas diárias, e gera diminuição da qualidade de
vida.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Envelhecer com saúde: a perda da memória
Todas as pessoas,
inclusive os idosos, precisam se conscientizar de que envelhecer não significa
caminhar para e com a doença na contagem regressiva da vida. A senescência é a
fase que se inicia aos 60 anos e representa mudanças orgânicas não necessariamente
ligadas às doenças. É envelhecer de forma sadia, participativa e com alegria,
ainda que a sociedade não valorize esse momento. Atualmente, mais de 10% da
população tem mais de 60 anos e esse número só cresce.
terça-feira, 3 de junho de 2014
O uso do medicamento na terceira idade
As pessoas com mais idade não gostam de discutir doenças
porque existe uma errônea associação direta entre ser velho e doente. Existe um
termo que representa o envelhecimento sadio: senescência. Com o passar do tempo,
naturalmente, nosso organismo se modifica. Uma vida sadia, com boa alimentação,
vida social e sexual, atividade física compatível ajudam no envelhecimento sem
doenças. Também é certo que devemos cuidar da nossa velhice desde sempre. De
certo modo, a qualidade de vida de nossa adolescência e da fase adulta pode
indicar como será nossa terceira idade, melhor idade, ou qualquer outro modo
como você quiser falar de nossa velhice.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Alergia à Penicilina
A penicilina, antibiótico descoberto no ano de 1928, mudou a história de mortes por doenças infecciosas. Estima-se que, só nos EUA, deve ter sido evitado a morte de mais de 1,5 milhão de pessoas. No Brasil, alguns dados apontam a redução de morte por febre tifoide de 14% dos casos para apenas 0,7%. Talvez, tenha sido uma das maiores descobertas do século XX. O interessante é que foi por acaso, pois Alexander Fleming estudava o desenvolvimento de uma bactéria, quando um lote mofou e as bactérias morreram. Daí começou o desenvolvimento e a comercialização da penicilina produzida pelos fungos.
terça-feira, 20 de maio de 2014
Alergia a medicamentos
Constantemente, o organismo combate agentes estranhos por meio de mecanismo de defesa próprio. Por diferentes mecanismos, mas sempre envolvendo a resposta imunológica, o corpo se defende contra os agentes biológicos (vírus, fungos, bactérias e protozoários); químicos (solventes, perfumes, medicamentos, partículas variadas, etc.); bioquímicos (pólen, venenos e toxinas de animais, por exemplo); além de gerar respostas por intolerância alimentar. Quanto mais breve e eficaz esta resposta, menor a percepção da presença do agente causador. Essas respostas acontecem várias vezes ao dia.segunda-feira, 19 de maio de 2014
Medicamentos podem provocar reações alérgicas
O processo de desenvolvimento de um medicamento envolve meticulosos estudos e testes de investigação da qualidade e da segurança antes da comercialização, de modo a garantir os efeitos desejados ao usuário final. Entretanto, o número limitado de pessoas em que se testam os fármacos pode não ser um representativo fiel da população como um todo. Isso ocorre devido ao direcionamento do uso aos portadores da doença a que o fármaco-teste se aplica especificamente. Assim, algumas reações alergênicas ou tóxicas, bem como interações com outras substâncias (típico na condição de quem faz uso de muitos fármacos, comum, por exemplo, na terceira idade) podem não ter sido contempladas.
terça-feira, 6 de maio de 2014
Incretinomiméticos e o controle do diabetes
Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária
lançou nota esclarecendo a indicação e reações adversas importantes de uma nova
classe de medicamentos denominada incretinomiméticos, destinada ao controle do
diabetes mellitus tipo II -
doença crônica de alta prevalência caracterizada pelo aumento de glicose no
sangue em decorrência da resistência das células a ação da insulina. Foram
relatados à Anvisa a ocorrência de pancreatite e câncer de pâncreas, que se apresentaram
em maior número para as pessoas que utilizaram o antidiabético com outra
finalidade que não a hipoglicemiante.
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