segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Câncer de próstata

 A neoplasia da próstata é o tumor mais comum em homens com idade superior a 45 anos. Com o avanço da medicina e de outras áreas que interferem diretamente com a saúde, espera-se para as próximas décadas uma população cada vez maior de homens atingindo faixas etárias bem superiores às de antigamente. Atualmente, existem no país diversas campanhas de detecção precoce dessa neoplasia.

A próstata é um órgão do sistema reprodutor masculino que ajuda a produzir e armazenar fluido seminal. Ela envolve parte da uretra, o ducto que carrega a urina da bexiga durante o ato de urinar e carrega o sêmen durante a ejaculação.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Medicamentos utilizados no câncer de mama

 O câncer de mama tem abrangentes números de pessoas atingidas no mundo e entre as brasileiras é a sétima doença com maior índice de mortalidade, demonstrados nos dados do DATASUS. Para aumentar a sobrevida do paciente, foi instituído pela lei federal em 2012, que o tratamento deve iniciar-se no mínimo 60 dias após a detecção do câncer.

O medo do tratamento medicamentoso é um dos interferentes relatados pelos pacientes no que se refere ao sucesso terapêutico e até mesmo os efeitos colaterais a ele vinculados. A quimioterapia, por exemplo, ocorre perda de pelos e diarreia,

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Alcoolismo

 O álcool é a droga mais consumida no mundo, conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).  O alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerado como doença pela organização. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o bom funcionamento do organismo, levando a consequências irreversíveis.

O aspecto social do alcoolismo é tão devastador quanto seus prejuízos à saúde, pois além de prejudicar a sua própria vida, afeta também a sua família, amigos e vida profissional.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

O papel dos medicamentos na ansiedade

A dificuldade no desenvolvimento de um fármaco específico para a ansiedade é decorrente da limitação na pesquisa clínica, devido à ausência de análogos em animais, ou seja, a expressão da ansiedade no humano é subjetiva e múltipla, diferentemente dos animais que agem por instinto. Logo, torna-se difícil, quase impossível, de reproduzir esta situação em laboratório.

O tratamento depende dos sintomas dos pacientes, existem ansiolíticos com forte capacidade sedativa e outros com quase nenhuma, varia de acordo com o quadro do paciente, tendo-se em conta que os sedativos diminuem os níveis de atenção e ansiedade, além de causar dependência, por isso há a preocupação dos

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Dengue e paracetamol

A dengue é uma doença viral cujo tratamento é meramente sintomático, por se levar em conta que a evolução da forma clássica da dengue ser benigna, ou seja, o próprio organismo deve ser capaz de exterminar o vírus. O quadro clínico é bastante variável, e pode envolver febre abrupta e alta (39° a 40°), dores de cabeça, músculos, articulações e atrás dos olhos; prostração, anorexia, náuseas, vômitos, erupções e prurido cutâneos, e, ocasionalmente, hepatomegalia (crescimento do fígado).

A terapia é baseada em hidratação rigorosa, repouso e controle da febre e dor mediante tratamento com analgésicos e antitérmicos, como paracetamol e dipirona. Desaparecendo a febre, há regressão dos principais sintomas, podendo ainda persistir a fadiga. Os salicilatos (como AAS) e outros anti-inflamatórios não hormonais são contraindicados, por favorecerem manifestações

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Medicamentos retirados do mercado

A Anvisa suspendeu, recentemente, um diurético indicado para o controle de edemas (acúmulo de água pelo corpo) originado por deficiências renais, hepáticas ou circulatórias. O motivo da suspensão foi pelo fato do laboratório ter feito alterações nos excipientes, na embalagem primária e na forma farmacêutica, sem a autorização da Anvisa. Excipientes são as substâncias usadas no preparo do medicamento necessárias para dar constituição, possibilitar sua desagregação adequada no trato digestório, aumentar o tempo de conservação, entre outras funções e que irão permitir ao princípio ativo a realização adequada de suas funções terapêuticas.

Mudanças no excipiente, quando não adequadas, podem interferir na quantidade de medicamento final que irá circular pelo sangue. Por isso, toda vez que um laboratório realiza uma mudança, é necessário apresentar testes chamados de bioequivalência, mostrando que a alteração não prejudica o efeito terapêutico final. A Anvisa é o órgão brasileiro responsável por esse controle.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Síndrome do pânico

 O transtorno do pânico caracteriza-se pelo aparecimento de ataques súbitos de ansiedade, acompanhados de sintomas físicos e afetivos. Trata-se de um grave problema de saúde pública que tem um curso crônico, afetando 3,5% da população geral ao longo da vida. É mais comum em mulheres e indivíduos entre a terceira e quarta década de vida. É acompanhado de ansiedade antecipatória, ou seja, o medo de ter um novo ataque, e evitação fóbica, que é o ato de evitar os locais e/ou situações que ocorreram as crises.

Os sintomas geralmente são: taquicardia, palpitação, dores torácicas, sensação de asfixia, tonturas, sudorese intensa, tremores e formigamento nas mãos entre outros. Em formas mais graves o indivíduo apresenta medo de morrer, de perder o autocontrole ou incapacidade de dirigir a própria vida, limitando totalmente suas atitudes.